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Contos de Fada Eróticos no Rio de Janeiro: O traficante de Zô - Parte I

Bem-vindo a série de Contos de Fada Eróticos no Rio de Janeiro. Começando com uma adaptação do Mágico de Oz. Obs.: Aviso para quem for fre...

Livros

- Em breve (2017)



- Turbilhão de lembranças em neon: Amor, desejo e memória no cinema de Wong Kar-Wai (2017)


Turbilhão de Lembranças em Neon é um trabalho que tem como objetivo analisar as questões do amor, desejo e memória na filmografia do diretor chinês Wong Kar-Wai, a partir das teorias de Henri Bergson sobre a “realidade do espírito” e a “realidade da matéria” em relação a memória. Estudar esses sentimentos humanos a partir de sua percepção dos objetos, imagens, usando a visão de Kar-Wai. Após uma rápida biografia do trabalho do diretor, analisaremos a lembrança por Bergson. A seguir, nos introduziremos na realidade do cinema pelas teorias de Deleuze, também baseadas em Bergson, sobre a imagem-movimento e a imagem-tempo. Feito isso, passamos para uma análise de alguns dos filmes do diretor. Para, por fim, analisarmos detalhadamente as constantes relações encontradas em seus filmes: os amores, o esquecer e o apaixonar.

Impresso (Breve)


- Meu Ano Sem Ela (2014)


O que é o amor? Qual é a diferença para uma obsessão? Qual é a diferença para o desespero? O que as pessoas procuram e quais ilusões criam para poder alcançar aquilo que acreditam desejar? Meu ano sem ela é a história de um universitário, que após terminar um relacionamento problemático, se vê incapaz de ter os mesmos sentimentos por outra pessoa, tenta reconquistá-la e é recusado. Uma jornada alcoolizada e promiscua pelo Rio de Janeiro, de noites na Lapa, sob as luzes alaranjadas dos postes e ruas repletas de mendigos e turistas, de chopadas universitárias, com robôs de mãos nos joelhos descendo até o chão, de sessões de cinema alternativo no Odeon, regadas a cachaça, neon e ativistas, de sedução e desapontamento, de usar e ser usado, contrastando a realidade do dia a dia, com a ilusão romântica de filmes hollywoodianos, de séries de tv, de exaltações literárias da bohemia. Um confronto contra as armadilhas da memória, da lembrança e dos fantasmas que a acompanham, da criação de momentos no tempo com outra pessoa, de sentimentos fortes que nunca parecem se dissipar, mas que talvez nunca tenham realmente ocorrido. Um caminho psicológico, pela seleção sexual Darwiniana, através do próprio e de cutias dançantes, pelos filmes de Wong Kar Wai e Sofia Copolla, pelo teatro dionisíaco das sensações, e pelos rinocerontes em meio a escuridão no monte Roraima que dá fim ao mundo.



Parafuso no Espelho: 
Contos normais, surreais e nem tanto (2013)


(115 págs. com 25 contos: Alô, alô, meu presidente; Bolinhos de avelã com mousse; É batata!; Crônica póstuma de uma Capivara; Divina Disneylândia - Descida à pedreira; Paranoia; Querida, não é meu!; Orifícios nasais; Chica, a viadeira das espíprita; Coração, pedra partida; Michaeljacksonia; O último funeral; BRS3; Pontas dos dedos sangrando; Pacata; Crocodilos no meu armário; Um ensaio sobre a simbiose; Dr. Bobodavits Bobodágua Bobolitus; Camarões verdes fritos; Não só mais uma face bonita; Incidente Coca-Cola; A felicidade não se compra; Uma velha, um facão e um martelo; Senhor Bologodofos e as colegias japonesas; ? - A vida no além de Amy Winehouse.) 


- Sarah e Outros Contos Além da Barreira (2012)


(119 págs. com 4 contos: O mais horrível monstro da existência; Seguindo a rua; Sarah; Oito estações para o mesmo lugar que se encontrava no início.)

Uma criatura tão horrível que questiona sua própria existência, jogada numa trajetória em que encontrará belas fadas sem asas e a fria mão da dama da morte. Um homem sem direção perdido numa rua tomada pela neblina, sonhando com a garota com quem esbarrou numa torre, talvez a salvadora da humanidade. Uma garota em um ônibus, no meio do deserto, entediada, as vésperas da chegada de uma marcha de pigmeus. Oito estações da vida pintadas em quadros a furar a barreira, rangendo. Sarah e Outros Contos Além de Barreira é um livro de contos surreais.


O Relato da Vida da Terrível Criatura, que vive na Caverna Sombria, chamada Loid: Volume I (2012)



(54 págs. com os capítulos: Sangue...; Coelho...; Chá...; Entre...)

Você acredita que sabe alguma coisa? Acredita que está segurando este livro em suas mãos? Acredita que vai lê-lo? Acredita que tem olhos em sua face e que é parte de uma espécie de animal que evoluiu milhares de anos para interpretar um emaranhado de fótons num holograma mental? Pois você está errado! Apesar de poder estar certo, já que não fosse isso, não estaria aqui lendo isso. Será? Talvez tudo seja só uma ilusão, talvez não haja livro, talvez não haja você, talvez você tenha escrito esse livro, e só vai lê-lo agora para se lembrar disso. Mas como isso é possível, se não tem olhos, pois é um fungo preso no casco de uma árvore. Não posso dizer quem é Loid, pois não sei. Sei que em alguma hora, há um coelho correndo, e uma garota chamada Alice. Sei que Adolf Hitler não parece ser capaz de parar de falar e gesticular. E também sei o que há atrás daquela porta atrás de você. O Relato da Vida da Terrível Criatura, que vive na Caverna Sombria, chamada Loid é um livro, apesar de livros não existirem. É o primeiro volume de uma saga, mas isso é uma mentira, pois não tem começo, nem fim. O escritor é um maluco, internem-o!



- Um Grito no Vazio para o Nada (2008)

(181 págs. com 16 contos: O velho e a pequena garota; A queda; Ela...; O ser não existente e a ideia de existência; A grande muralha; A corrida; Olhando para cima; O mais horrível monstro da existência; Inclinação para uma queda; Os Fantasmas; Seguindo a rua; O sério e o palhaço; Detalhes para o enterro de um vivo; Enterro; Um ensaio sobre a água; O homem e a pequena garota.)

Um homem a vagar pelos labirintos de sua mente, que às vezes cai, às vezes corre, às vezes olha com fascinação para algo que lhe chama atenção e lhe toma inteiramente, e que, por fim, sonha, se aventura por situações que a acabam por lhe revelar um pouco mais sobre sua existência. “Lugar algum é extremamente alegre até o momento que você descobre onde está, assim se torna extremamente tedioso. Você acaba tendo que rumar para lugar nenhum.” (O Velho e a Pequena Garota)


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