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Nunca aposte sua cabeça com a turca

Seu pai estava morto, o que começara como uma simples disputa entre sete sapatarias rivais entre as ruas do Ouvidor, da Quitanda e do Mercado, acabara em seu assassinato. E agora, ele Cândido deveria tomar os negócios da famí­lia. Mas o que fazer quando agora para manter sua honra e a honra de sua famí­lia, deveria matar os dois filhos homens da famí­lia Almeida, aqueles que juraram trazer a ruí­na para sua famí­lia. Os dois miseráveis irmãos da bela Gabriela. Como mataria seus irmãos, sem ferir aquela que amava, e que também o amava? Deveria mentir. Candido tomou a única saí­da possí­vel, já que não podia a seu próprio punho confrontar os dois na rua e quebrar seus pescoços, recorreu a magia negra, a magia da velha turca Oja. Antes de conhecer sua amada Gabriela, a sobrinha da velha tinha sido sua amante, e desde que um dia, Oja pegou-o saindo do quarto de Maria, ela profetizou que conhecia sua alma de muitas andanças passadas e que não importe o que acontecesse, ele sempre poderia recorrer a ela.