Archive | Contos

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Crônica Póstuma de uma Capivara

Posted on 04 junho 2010 by admin

Publicado no site Clube da Leitura da Baratos da Ribeiro
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O espelho, o buraco e ninguém mais que importa

Posted on 05 abril 2010 by admin

Publicado no site Caneta, Lente e Pincel
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Imagem: Paulo Resende

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Não é meu, não é meu, e já disse, não é meu!

Posted on 19 março 2010 by admin

Publicado no site Clube da Leitura da Baratos da Ribeiro
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Matou a família e foi à roça

Posted on 27 fevereiro 2010 by admin

Publicado no site Cronópios.
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É batata!

Posted on 27 fevereiro 2010 by admin

Publicado no site Clube da Leitura da Baratos da Ribeiro
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O Palhaço e o Macaco

Posted on 27 fevereiro 2010 by admin

Um palhaço que canta bêbado na noite púrpura, enquanto pássaros secretamente devoram seu cérebro, escondidos atrás de sua peruca.

Com um macaco, que segura a sua mão, proclamando para o vento, que segue à esquerda na vertical para a direita: “Perguntes não o que o seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer por si próprio, sob as decadentes condições de seu país”.

Com um carro que corre pela rua, onde ele se encontra, e com um maquinista que se joga pelo asfalto alaranjado.

Pois se o trem não vem, o carro atropela e se o trem já foi, a porta se abre.

Um palhaço que, assim, vê a porta. Com o macaco, ao seu lado, vendo o verde. Com os pássaros pedindo férias para voar pelo ar de papel entre os milhares de elefantes rosas. E com o maquinista pedindo um táxi.

O verde é um triângulo ou um turista da vigésima nona dimensão tirando fotos.

Mas se o laranja é a base e o púrpura o topo, aonde vai o azul?

“À minha casa” diz o palhaço ao pedir carona ao mamute que dirige o carro que talvez não tenha atropelado o maquinista, só a sua sombra que se chama Lago Sombrio.

Mas o macaco fica, respondendo ao palhaço que lhe pede um porquê: “Flores não tenho, nem uma sequer. Muito bem ativos estão todos meus três vulcões. Nunca tive paciência para arrancar as ervas daninhas que nascem pela manhã. E, por fim, apesar da terra crescer, seu preço só desvaloriza.”

Um palhaço que segue com o mamute sobre os trilhos do trem que acabam no lago que começa em sua peruca.

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Lobo

Posted on 27 fevereiro 2010 by admin

Um lobo a andar, um lobo a cantar, um lobo a pular. A andar sobre a areia do deserto, a cantar sobre as possibilidades a vir, a pular sobre o abismo aparente. O deserto vazio, o vazio eterno, a eterna incógnita, não há rosas a avermelhar. A areia múltipla, a múltipla repetição, a repetição devastadora, não há rosas a cheirar. O ar denso, a densa complexidade, a complexidade inútil, não há rosas a contemplar. Tempestade se compõe da areia, sem direção o deserto se faz, sem direção ao lobo que não necessariamente a tinha definida sobre suas mãos. Dentes contra cada ataque, dentes contra o ataque dos dentro de si próprios, ataques feitos ao lobo que se recusa a ser devorado. Corre o lobo sozinho no meio da multidão, corre a se recusar a ser devorado por tudo aquilo que não é o fora, por tudo aquilo que é dentro e só corroe, por tudo aquilo que só o faria mais solitário do que ele já é. Simplicidade do fora, simplicidade do que é, simplicidade do que nunca pode deixar de ser. Não há rosas, não há rosas, não há rosas. Nenhuma a cativar, nenhuma a escutar, nenhuma a guardar. Correndo no manto de areia, correndo a tropeçar, erros por demais caros se propagam por cada passo. Um novo lobo a cada levantar, um novo lobo a menos errar, um novo lobo a menos sentir. Lobo tomado da sede de destruir cada grão de areia que se apresenta em seu caminho. Destruir cada grão a trazer confusão ao simples, a apagar cada rosa de sua visão. A fazê-lo do lobo que persiste como tal, mesmo sabendo que lobo não é.

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Bolinhos de Avelã com Mousse de Chocolate e Baunilha

Posted on 18 fevereiro 2010 by admin

Publicado no site Clube da Leitura da Baratos da Ribeiro
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Sob a Sombra do Lagarto

Posted on 18 fevereiro 2010 by admin

Publicado no site do Clube da Leitura da Baratos da Ribeiro.
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Manufaturando o Interior

Posted on 18 fevereiro 2010 by admin

Publicado no site Cronópios.
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