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quarta-feira, maio 28, 2014

Lançamento do livro Meu ano sem ela!

Chopadas, festas na Lapa, apartamentos estranhos, fetiches sexuais em salas de aula isoladas, coalas a baforar a fumaça de um charuto, noites alcoolizadas, perdidas, de êxtase, de esperança, de desespero. A descida de um jovem pelo submundo de festas, sexo e álcool do Rio de Janeiro, após o termino com sua namorada. Uma vida de promiscuidade, a qual se entrega, sem saber se realmente ali quer estar. 

Meu ano sem ela é o primeiro romance do escritor Daniel Matos, um drama, crítica-social, que segue as aventuras tempestuosas de seu protagonista na descida por uma vida de sexo, bebida e indecisão. 







Amostras de capítulos:

1. Uma noite qualquer

Chupa-me descontroladamente, parece querer me engolir para dentro de si, enquanto eu me entrego a um misto de prazer e dor. Nunca fiz isso assim ao ar livre, especialmente contra uma parede na parte de trás isolada da faculdade. Não imaginei que à noite iria acabar deste jeito, fui aquela chopada por outras razões. Mas aqui estou, com esta garota, que conheci a apenas uma hora, ajoelhada a minha frente, me chupando como se esse fosse seu único motivo de existência. As coisas raramente acontecem na vida de forma planejada. Continua ...

2. O último dia do resto da minha vida

Estou deprimido, há uma semana estou enclausurado no meu quarto. Acordo tarde, vejo filmes, não saio da cama, durmo cedo, ou melhor, me contorço na cama cedo. Nos falamos só pelo msn, nos falamos pouco já que nenhum assunto temos mais. Minto para ela, digo que tenho passado o dia estudando, fazendo algo de produtivo, não sei se acredita nisso ou não. Só sei que algo tem que mudar na minha vida, o caminho que estou seguindo não dá mais. No nosso último encontro, mal nos tocamos, não por falta de tentativa minha, ou por qualquer tipo de repulsa dela a isso, mas simplesmente por puro desinteresse, ela prefere o filme - esse não a trás tantas desilusões quanto nós estarmos juntos. Nossa última briga foi horrenda, agora nos fingimos de bem e ela presta mais atenção ao filme na tela do cinema que a mim. Que tipo de pessoa vai com outra no cinema para ver o filme? Continua ...

5. Além do homem

O que está morto deve se manter morto. Não posso mais pensar nela, é errado, é blasfêmico, é retornar. Junto às fotos no DVD, qualquer outro arquivo referente a ela. Mil imagens estáticas, cem mil palavras sem razão. Não posso apagar, não quero contato com aquilo, mas ainda sei o quanto tudo aquilo é precioso, e uma pequena voz em mim ainda me diz que é só uma questão de tempo até tudo estar de volta, tudo estar certo, tudo ser como deveria ter sido, como nunca realmente foi. Junto o dvd com outras coisas nossas, guardara muita coisa nossa: cartas, entradas de cinema, notas de sorvete, penas de suas fantasias. Cada uma com sua história, cada uma, símbolo de um momento cavado em meu cérebro. Resquícios, fragmentos, de momentos que deveriam compor algo grande e belo. Agora, resquícios, fragmentos, de um fracasso, de uma dor, de uma obra que não deveria ser. Continua ...

Pode ser encontrado em: 


R$5,00




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